segunda-feira, 13 de julho de 2009

Lindo texto!

Eu sou eu e Você é Você!

por Maria Cristina - tina.lc@hotmail.com

Tenho tentado sempre, de forma consistente, me manter fiel a mim mesma, o mais possível. Isto nos leva a um trabalho constante e nada fácil, pois muitas vezes somos considerados pessoas esquisitas, antipáticas, apenas porque lutamos para nos expressar da forma mais verdadeira possível.

O fato de cada um de nós ser expressão única do amor divino nunca deixou de estar presente em minha consciência e a responsabilidade que acompanha esta clareza, a de que existem coisas que só cada um de nós pode fazer, daquele jeito pessoal e intransferível, também.

Assim, ao mesmo tempo que, em essência, somos UM, trazemos para o plano físico, traços de personalidade, tendências, dons, que outros não deveriam copiar, pois são nossos e cópias nunca têm o mesmo valor dos originais...

Esta "crise de identidade" como costuma ser chamada, geralmente começa quando a adolescência principia - independente da idade que tenhamos - e vai se intensificando durante nossa caminhada, se sempre estivermos atentos e presentes em nossas atitudes.
Nossa cultura aprova muito mais o viver da forma que todo mundo vive... Seguindo a moda... Agindo como a maioria. Assim, hoje se faz roupas para a maioria, se lê mais o que a maioria lê, e tudo o mais vai seguindo este caminho. O que não deixa de ser, também, uma forma de controle social.

Neste ano que está iniciando, regido pelo Sol, pelo Self, estaremos recebendo energias que vão nos ajudar a fazer um contato maior com o nosso Centro, como nossa Fonte interior. Eu tenho pedido ajuda e clareza, pois estou colocando este trabalho como prioritário, neste período e daqui pra frente.

Sempre tenho tentado, em minha vida, ser verdadeira, mas à medida que presto mais atenção ao que falo, ao que faço, percebo quanto ainda preciso fazer para que possa chegar a ser quem Deus quer que eu seja, ou melhor, quem eu sou verdadeiramente.

Observando-me de fora, como um espectador de mim mesma, me pego dizendo frases que não chegam a refletir verdadeiramente o que sinto, fazendo coisas que já não deveria fazer, pois nada têm mais com o que eu sou, nesta sucessão de metamorfoses por que já passei nesta vida.

Também tenho percebido que quanto mais fiel a mim mesma eu consigo ser, mais tranqüila e serena me sinto, independente da situação, fácil ou difícil em que me encontre. Parece que optando por agir de acordo com o que me dita o meu Sol interior, ganho muito poder e me ilumino inteira! Esta é uma descoberta maravilhosa que está me fazendo muito feliz. Por isto estou repassando para você.

Ser verdadeiro não significa lutar contra ninguém, mas apenas ocupar, mansa e naturalmente, o espaço que é seu, apenas seu. Só ali a gente se sente confortável e acompanhado, mesmo que aparentemente sozinho. E ali, "chova ou faça sol", a paz é transbordante...

Sei que falo simplesmente, de alguma coisa que pode parecer complicada. Mas é que ela na verdade não é complicada. Complicado é vivermos fazendo o que os outros desejam, dizendo o que os outros acreditam, copiando a vida que outros levam.

Na verdade, viemos para este planeta porque tínhamos alguma coisa única para fazer. Que pode ter sido ser um Obama, plantar uma árvore, cuidar de um cãozinho, ou cozinhar alimentos gostosos e saudáveis. As nossas missões podem ser espetaculares, ou simples... Nunca serão sem importância aos olhos de Deus, que nos criou do jeito que somos, para que sejamos apenas -
QUEM REALMENTE SOMOS.

Eu lhe saúdo como você é e espero que me aceite do jeitinho que eu sou.





Veja quais são os assuntos do momento no Yahoo! + Buscados:
Top 10 - Celebridades - Música - Esportes

segunda-feira, 11 de maio de 2009

 

Tudo começa com um sonho

por Maria Silvia Orlovas - morlovas@terra.com.br

Tudo de fato começa com um sonho. Sonhar com coisas boas em nossa vida, em ter um bom trabalho, ser feliz no amor, viajar para um lugar especial, enfim, acreditar na vida é fundamental para ter saúde e ser feliz.

O otimismo é construído sobre sonhos. A pessoa otimista acredita sempre na vida mesmo quando as coisas não dão certo. Na verdade um bom otimista é uma pessoa de fé que até contamina quem está ao lado por sua postura otimista frente os desafios e não há nada errado nisso. O problema aparece quando o sonhador fica só na imaginação. Como se guardasse o sonho para o futuro justamente para não correr o risco de se decepcionar com a realidade.

Esse tipo de pessoa não tem a persistência necessária para a colheita dos frutos do seu trabalho e não consegue se fixar num objetivo. Às vezes até tenta criar raiz, investir numa carreira sólida, mas basta surgir uma contrariedade que desanima, fica pensando como seria se trabalhasse num outro lugar, com outras pessoas, e ás vezes vai ainda mais longe pensando em como seria se vivesse num outro país, como se nada de sua vida fosse bom, ou pudesse se tornar bom. Sim, porque devemos sempre lembrar que nada é eterno. Tudo na vida pode mudar. As pessoas, quando desejam, podem se transformar, aprender com a vida, fazer tudo diferente. Quantas empresas sólidas já vimos fora do mercado? Quantas pessoas casaram apaixonadas e depois de algum tempo se separaram? Quantas pessoas vimos concluindo um curso e exercendo uma profissão diferente?

Na verdade, as coisas estão sempre se transformando, mudando, da mesma forma que nossos sonhos também devem amadurecer e tomar pé na realidade material. Não basta pensar em coisas positivas; é preciso ter humildade para começar correndo o risco de não dar certo, mas também de tudo caminhar para um lado bom. Tudo é possível sempre. Às vezes alguém que sonha com um casamento feliz pautado em companheirismo e amizade só irá encontrar a pessoa numa idade mais madura. Por que não continuar acreditando na vida mesmo depois de encontrar portas fechadas?

O que não devemos fazer é mudar o tempo todo querendo resultados rápidos, sem dar tempo ao tempo e espaço para o nosso esforço prosperar, vivendo constantemente olhando em volta, vendo a vida das outras pessoas, se comparando e se sentindo infeliz. Claro que todos nós aprendemos muito com a comparação. Desde crianças, em sociedade, somos convidados a conviver com os colegas e a aprender com as diferenças, mas vamos concordar que não é fácil... Quantas vezes não nos sentimos rebaixados quando nosso coleguinha contou as façanhas de suas férias na praia e nós não tínhamos nada para falar porque ficamos em casa?

Nem sempre estamos por cima, nem sempre as coisas fluem como imaginamos, mas será que temos o direito de sermos infelizes por conta disso?

Nesta semana, atendi um homem de seus 50 anos muito triste porque sua vida era um fracasso. Casado pela segunda vez com uma mulher inteligente e muito disposta a ajudá-lo não conseguia mais valorizar sua companheira, despejando o mau humor de suas derrotas profissionais em cima dela. Como haviam se conhecido no trabalho ele, imaginava que tinha que partilhar tudo com ela e, é claro, que falar dos insucessos o deixava ainda mais irritado e sem paciência. Com isso ambos estavam perdendo a sintonia amorosa...

Indicado para fazer uma sessão comigo por uma prima, também terapeuta, ele chegou descrente de tudo, mas respeitando a possibilidade de uma luz iluminar seu caminho obscuro. Expliquei como funcionava a sessão e assim que ele relaxou apareceu uma vida em que ele, filho de um rico fazendeiro, sentia-se muito mal com o pai que o tempo todo desprezava seu trabalho, sempre exigindo mais. Acuado no seu canto o rapaz se afastou, inclusive dos irmãos, porque pensava que o pai não exigia tanto deles. Nessa comparação, o ódio foi crescendo em seu coração e mesmo tendo herdado tudo quando o pai morreu e não tendo compartilhado nada com a família ele se sentia infeliz. Claro que não foi muito fácil para meu cliente que se sentia vítima do destino compreender que ele ainda sentia essa raiva toda e que esse peso no astral atrapalhava qualquer abertura profissional e pessoal.

Ficar com raiva das portas fechadas do destino de nada adianta. Mas era exatamente assim que ele se sentia, despejando em cima da companheira e dos filhos toda sua frustração. Expliquei que era necessário ir por partes. Primeiro, criar uma conexão dele com Deus perdoando a si mesmo e ao universo por conta das derrotas; depois, cuidar de não sujar com raivas e gritos o ambiente familiar, porque se a energia desse núcleo estiver ruim tudo vibrará assim à sua volta. Convidei também o Sr. Alfredo a investir no autoconhecimento, porque quando sabemos mais de nós mesmos temos mais instrumentos para concretizar nossos sonhos. Porque não há nada errado em sonhar, mas se ficamos apenas nos sonhos a chance deles se transformarem em pesadelos é imensa.



Veja quais são os assuntos do momento no Yahoo! + Buscados: Top 10 - Celebridades - Música - Esportes

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Sabe o segredo de Susan Boyle ? O jeitão desleixado

A voz incrível, numa mulher linda e fashion, dificilmente faria tanto sucesso

Susan Boyle: o nome dela provoca sorrisos largos até nas pessoas mais sisudas. A senhora desengonçada, de roupas simples e uma voz de arrebatar os sentimentos ainda provoca a credulidade de muita gente, no mundo todo. Depois de fazer cair o queixo dos jurados e da platéia de um dos programas de calouros mais disputados da televisão, o britânico Britains´s Got Talent, Susan segue causando mudanças. "Historicamente, o ser humano forma seus juízos com base na aparencia, que é decisiva. Reis e faraós usavam roupas e maquiagens diferentes para impor seus status", afirma o psicoterapeuta Chris Allmeida, especialista do MinhaVida. Numa entrevista sem concessões ao politicamente correto, ele revela porque o caso de Susan Boyle ainda causa tanto espanto e revela como o preconceito pode ser paralisante não só para os outros, mas para você.

A aparência serve como elemento de persuasão?
Na interação humana, a aparência é muito importante. Quando estamos em contato com uma pessoa desconhecida, temos poucos elementos sobre ela. Nosso cérebro age rapidamente na busca de informações para descobrir se é ou não uma pessoa confiável. Neste sentido, os apelos visuais são as primeiras impressões que temos acesso. Daí o ditado de que a primeira impressão é a que fica.

Susan, no caso, tem um talento excepcional. Mas imaginando que ela fosse mediana: a aparência tenderia o juízo à reprovação?
Possivelmente.

A que riscos estamos expostos, julgando os outros pela aparência?
Repare que não estou incentivando as pessoas a julgarem umas às outras pela aparência nem, muito menos, fazer disso uma regra de conduta. Mas este pré-julgamento é inevitável. Portanto, conscientes deste processo, precisamos de maior cautela no julgar o outro pela aparência. Não ser tão rápido em tirar conclusões, pois perdemos oportunidades.

E a que ameaças expomos as pessoas, usando a aparência delas como limite?
No fundo, corremos o risco de perder o ser humano real que existe por trás daquela aparência, restringindo a relação àquilo que ele está revelando naquele momento.

Nós tendemos a manipular nossa aparência em favor do que acreditamos? Ou é o contrário: deixamos que os outros manipulem nossa aparência?
As duas alternativas podem estar corretas. Na verdade, nosso modo de vestir e se apresentar é uma ferramenta de interação com o mundo que nos cerca. Se vivo em sociedade, vou buscar adequar o meu perfil a ela, exceto se quero contestar ou ir contra uma tendência. Daí, me apresentarei de forma não convencional. Mas existem ainda algumas pessoas que são espíritos livres, que se vestem nem para agradar, nem para desagradar. São pessoas que apenas são aquilo que são. Obviamente, o primeiro grupo, dos que se adaptam a realidade social, - encontram um canal de comunicação (e aceitação) mais amplo. Isso não é bom nem ruim, depende dos objetivos que a pessoa traz com ela mesma.

No caso de Susan, a aparência desleixada pode ter ajudado em alguma coisa?
Pode ter ajudado no sentido de causar um impacto, o que é interessante aos olhos da mídia. Afinal, as pessoas gostam de assistir coisas diferentes. Mas a aparencia desleixada é desnecessária, não é o melhor caminho para quem quer fazer sucesso. No caso, houve um misto de sorte e oportunidade.

A inscrição dela no show de talentos mostra que ela não é, assim, tão descrente de si mesma?
Exato. Algumas ações podem ser propositais. Mas dificilmente iremos saber se este é o caso de Susan Boyle. Mesmo porque a televisão é um mundo de sonhos e fantasias.

Susan, depois de passar pelo programa, apressou-se em mudar cabelo, figurino e cuidar da pele. Isso é sinal da auto-estima melhorada? Ou, ao contrário, é sinal de que ela entrou para a roda de dependência da opinião pública?
A este processo chamemos de adequação ao meio. Talvez ela tenha entendido que a sociedade possui alguns protocolos. Por um lado, ninguém precisa respeitá-los, afinal, somos livres. Mas, se você quiser interagir melhor com o mundo, pode direcionar sua atenção para prestar mais atenção a estes detalhes. Isto abrirá algumas portas. Mesmo porque, a recusa em querer se cuidar é que parece ser um disturbio. Manter uma boa aparencia é, em si, uma atitude psicologicamente saudável. Dentro dos limites do bom senso, é algo que deve ser estimulado
.


Veja quais são os assuntos do momento no Yahoo! + Buscados: Top 10 - Celebridades - Música - Esportes

domingo, 26 de abril de 2009

Aprendendo

Aprendendo

Aprender, confesso, foi um caminho difícil de ser trilhado. O que mais me atrapalhou foram as dúvidas. Elas sempre existem porque estamos acostumados a sermos guiados. No começo de nossas vidas foram nossos pais que tiveram esta missão. Tão logo começamos a entender que somos gente, entram as religiões para atrapalhar mais ainda a nossa caminhada. Na seqüência, temos contato com os professores. Os que mais me relembro não foram aqueles que me ensinaram a ler, a escrever e a fazer contas. Recordo-me dos professores que nos levavam para fazer piqueniques e nos mostravam a natureza, o respeito que tínhamos que ter com as árvores e plantas. Em outras palavras: em minha mente estão presentes os Mestres que me forjaram valores. Os que me ensinaram português e matemática são seres comuns. Os que ensinam métodos e valores de vida são sábios. Estes, os sábios, não são os que querem ser, são os que são e pronto. Portanto, a base que tive foi uma mistura de educação com adestramento. Hoje, olhando para trás, sei identificar perfeitamente esta situação. A base de educação ajudou, e muito. A base de adestramento, em compensação, foi terrível porque sempre tentei, até há alguns anos, copiar valores. Hoje sei o que representa isso, copiar valores. Agora tenho absoluta noção do estrago que houve em minha vida por conta de valores que nada agregavam à minha essência. Eram dos outros e eu os queria para mim. Isso é terrível para um ser humano. Tentar ser feliz com a competência dos outros é um erro brutal. Nossa caminhada é individual e só conseguiremos ser realmente felizes quando nos darmos conta disso. Um dia, já faz anos, eu disse para mim: agora chega. Vou atrás da verdade. E fui. Obviamente, os que estavam acostumados comigo da forma que interessava a eles, estranharam. Fiz minha primeira descoberta: o que os outros pensam da gente é problema deles. Nós é que temos que saber o que pensamos de nós mesmos. Foi minha primeira lição. A segunda lição foi com as religiões. Nasci católico. Esta religião é muito esperta. Batiza antes de você poder decidir se quer ou não optar por ela. Quando você se dá conta já é um membro. Fui várias vezes a Roma, pesquisei e descobri que ela, a religião, não me satisfazia. Fui ter com várias outras religiões evangélicas. Pior ainda. Quando descobriam minha identidade queriam que eu fosse lá à frente contar as minhas experiências, e estavam sempre cobrando os 10%. Fui espírita. Kardecista e por aí afora... Fui conviver com os índios Xavantes, com os Inkas para aprender sobre a verdade deles... Na realidade, fui buscar. Enfim, para encurtar uma longa história, passei por todas as religiões e foi no Budismo, como Filosofia de Vida e não como religião, que me encontrei. Aprendi que não precisamos de religião. Precisamos zelar por valores de vida. Terceira lição. Não é porque descobrimos o que não queremos para nós que isso significa o fim da jornada. É apenas o começo, porque somos obrigados a caminhar "solo", como se diz na linguagem aeronáutica. O vôo é solitário e responsável. A melhor coisa que fiz foi abandonar um deus que tudo fazia. Na realidade a terceira lição é o começo de parar de responsabilizar os outros pelas minhas falhas, de esperar até que deus queira, de achar que as coisas andam mal e que assim teria até que mudar de cidade. Nesta fase, corretamente pensei: de que adianta mudar de cidade se levarei meus problemas comigo? Fiz uma faxina nos meus valores espirituais e materiais. Fiquei com o que queria e abandonei o que me criava problemas. Diminui o pesado fardo que carregava. Chega de aceitar coisas impostas, de dogmas sobre os quais não concordo. Tornei a vida mais simples de ser vivida. Aprendi que na profundeza do silêncio é que se encontra a nossa verdade. Aprendi que a flexibilidade é a vida e a rigidez é a morte. Aprendi que sou o dono do meu destino. Ele começa nos meus valores, e segue pelos pensamentos, palavras, atitudes, hábitos, caráter e assim se forma o meu, o seu, destino. Cuide-se, LUZ!

sábado, 25 de abril de 2009

quinta-feira, 23 de abril de 2009

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Eu andarei vestido e armado com as armas de São Jorge para que meus inimigos, tendo pés não me alcancem, tendo mãos não me peguem, tendo olhos não me vejam, e nem em pensamentos eles possam me fazer mal.

Armas de fogo o meu corpo não alcançarão, facas e lanças se quebrem sem o meu corpo tocar, cordas e correntes se arrebentem sem o meu corpo amarrar.

Jesus Cristo, me proteja e me defenda com o poder de sua santa e divina graça, Virgem de Nazaré, me cubra com o seu manto sagrado e divino, protegendo-me em todas as minhas dores e aflições, e Deus, com sua divina misericórdia e grande poder, seja meu defensor contra as maldades e perseguições dos meu inimigos.

Glorioso São Jorge, em nome de Deus, estenda-me o seu escudo e as suas poderosas armas, defendendo-me com a sua força e com a sua grandeza, e que debaixo das patas de seu fiel ginete meus inimigos fiquem humildes e submissos a vós. Assim seja com o poder de Deus, de Jesus e da falange do Divino Espírito Santo.

 

Salve Jorge!



Veja quais são os assuntos do momento no Yahoo! + Buscados: Top 10 - Celebridades - Música - Esportes

quarta-feira, 22 de abril de 2009


Amigos! Uma amiga_a da foto, valeu Wal!, me reapresentou aos bloggers, resolvi criar o meu e plantar através dos meus textos e pensamento algo bacana na cabeça de vocês. Depois de tudo que passei em virtude do BBB começei a perceber o quanto gostava de escrever. Pois bem, vou usar esse espaço pra continuar interagindo com a internet e com quem quiser vir até aqui e compartilhar dos meus testamentos. A princípio serão apenas textos sobre a vida e opiniões sobre fatos que aconteçam no meu dia-a-dia e até no mundo em que vivo. Espero que gostei e tornem-se fiéis ao meus espaço. Sejam muito bem-vindos e sintam-se em casa! Minhas palavras, suas palavras, nosso conforto!