domingo, 26 de abril de 2009

Aprendendo

Aprendendo

Aprender, confesso, foi um caminho difícil de ser trilhado. O que mais me atrapalhou foram as dúvidas. Elas sempre existem porque estamos acostumados a sermos guiados. No começo de nossas vidas foram nossos pais que tiveram esta missão. Tão logo começamos a entender que somos gente, entram as religiões para atrapalhar mais ainda a nossa caminhada. Na seqüência, temos contato com os professores. Os que mais me relembro não foram aqueles que me ensinaram a ler, a escrever e a fazer contas. Recordo-me dos professores que nos levavam para fazer piqueniques e nos mostravam a natureza, o respeito que tínhamos que ter com as árvores e plantas. Em outras palavras: em minha mente estão presentes os Mestres que me forjaram valores. Os que me ensinaram português e matemática são seres comuns. Os que ensinam métodos e valores de vida são sábios. Estes, os sábios, não são os que querem ser, são os que são e pronto. Portanto, a base que tive foi uma mistura de educação com adestramento. Hoje, olhando para trás, sei identificar perfeitamente esta situação. A base de educação ajudou, e muito. A base de adestramento, em compensação, foi terrível porque sempre tentei, até há alguns anos, copiar valores. Hoje sei o que representa isso, copiar valores. Agora tenho absoluta noção do estrago que houve em minha vida por conta de valores que nada agregavam à minha essência. Eram dos outros e eu os queria para mim. Isso é terrível para um ser humano. Tentar ser feliz com a competência dos outros é um erro brutal. Nossa caminhada é individual e só conseguiremos ser realmente felizes quando nos darmos conta disso. Um dia, já faz anos, eu disse para mim: agora chega. Vou atrás da verdade. E fui. Obviamente, os que estavam acostumados comigo da forma que interessava a eles, estranharam. Fiz minha primeira descoberta: o que os outros pensam da gente é problema deles. Nós é que temos que saber o que pensamos de nós mesmos. Foi minha primeira lição. A segunda lição foi com as religiões. Nasci católico. Esta religião é muito esperta. Batiza antes de você poder decidir se quer ou não optar por ela. Quando você se dá conta já é um membro. Fui várias vezes a Roma, pesquisei e descobri que ela, a religião, não me satisfazia. Fui ter com várias outras religiões evangélicas. Pior ainda. Quando descobriam minha identidade queriam que eu fosse lá à frente contar as minhas experiências, e estavam sempre cobrando os 10%. Fui espírita. Kardecista e por aí afora... Fui conviver com os índios Xavantes, com os Inkas para aprender sobre a verdade deles... Na realidade, fui buscar. Enfim, para encurtar uma longa história, passei por todas as religiões e foi no Budismo, como Filosofia de Vida e não como religião, que me encontrei. Aprendi que não precisamos de religião. Precisamos zelar por valores de vida. Terceira lição. Não é porque descobrimos o que não queremos para nós que isso significa o fim da jornada. É apenas o começo, porque somos obrigados a caminhar "solo", como se diz na linguagem aeronáutica. O vôo é solitário e responsável. A melhor coisa que fiz foi abandonar um deus que tudo fazia. Na realidade a terceira lição é o começo de parar de responsabilizar os outros pelas minhas falhas, de esperar até que deus queira, de achar que as coisas andam mal e que assim teria até que mudar de cidade. Nesta fase, corretamente pensei: de que adianta mudar de cidade se levarei meus problemas comigo? Fiz uma faxina nos meus valores espirituais e materiais. Fiquei com o que queria e abandonei o que me criava problemas. Diminui o pesado fardo que carregava. Chega de aceitar coisas impostas, de dogmas sobre os quais não concordo. Tornei a vida mais simples de ser vivida. Aprendi que na profundeza do silêncio é que se encontra a nossa verdade. Aprendi que a flexibilidade é a vida e a rigidez é a morte. Aprendi que sou o dono do meu destino. Ele começa nos meus valores, e segue pelos pensamentos, palavras, atitudes, hábitos, caráter e assim se forma o meu, o seu, destino. Cuide-se, LUZ!

sábado, 25 de abril de 2009

quinta-feira, 23 de abril de 2009

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Eu andarei vestido e armado com as armas de São Jorge para que meus inimigos, tendo pés não me alcancem, tendo mãos não me peguem, tendo olhos não me vejam, e nem em pensamentos eles possam me fazer mal.

Armas de fogo o meu corpo não alcançarão, facas e lanças se quebrem sem o meu corpo tocar, cordas e correntes se arrebentem sem o meu corpo amarrar.

Jesus Cristo, me proteja e me defenda com o poder de sua santa e divina graça, Virgem de Nazaré, me cubra com o seu manto sagrado e divino, protegendo-me em todas as minhas dores e aflições, e Deus, com sua divina misericórdia e grande poder, seja meu defensor contra as maldades e perseguições dos meu inimigos.

Glorioso São Jorge, em nome de Deus, estenda-me o seu escudo e as suas poderosas armas, defendendo-me com a sua força e com a sua grandeza, e que debaixo das patas de seu fiel ginete meus inimigos fiquem humildes e submissos a vós. Assim seja com o poder de Deus, de Jesus e da falange do Divino Espírito Santo.

 

Salve Jorge!



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quarta-feira, 22 de abril de 2009


Amigos! Uma amiga_a da foto, valeu Wal!, me reapresentou aos bloggers, resolvi criar o meu e plantar através dos meus textos e pensamento algo bacana na cabeça de vocês. Depois de tudo que passei em virtude do BBB começei a perceber o quanto gostava de escrever. Pois bem, vou usar esse espaço pra continuar interagindo com a internet e com quem quiser vir até aqui e compartilhar dos meus testamentos. A princípio serão apenas textos sobre a vida e opiniões sobre fatos que aconteçam no meu dia-a-dia e até no mundo em que vivo. Espero que gostei e tornem-se fiéis ao meus espaço. Sejam muito bem-vindos e sintam-se em casa! Minhas palavras, suas palavras, nosso conforto!

OUÇA A MÚSICA E TENTE MUDAR ALGUMA COISA NO SEU DIA! ARRISQUE-SE... PERMITA-SE!

Decisão

:: Saul Brandalise Jr. ::


Decisão





















Nossa vida se resume a uma correta e exemplar administração do nosso tempo. Poderíamos associar esta frase a uma, entre tantas definições de decisão. Vida é tempo. E ainda reclamamos que as coisas não acontecem a nosso favor. Como poderemos esperar por dias mais prazerosos se nada fazemos neste sentido? Temos que decidir ser melhores. Geralmente, não nos damos conta disso e ficamos inativos sem fazer absolutamente nada.

Ter tempo ocioso, para variar, às vezes é bom, mas é preciso saber tirar proveito deste. Conversar com amigos, tomar sol na praia, pescar, são excelentes exemplos deste aproveitamento. Isto se chama descansar a mente. Melhor ainda seria meditar.
Portanto, o que e como fazemos com o nosso tempo é um fator determinante de como organizo a minha vida. Aqui começa uma sábia decisão. Quem não consegue administrar o seu tempo não consegue maximizar o proveito de uma vida. Você sabe que tempo é dinheiro, mas pode não se dar conta de que tempo é vida. E vida é o presente. O passado serve apenas para tirarmos experiências. O futuro, para decidirmos ter uma vida melhor. Mas tudo começa no aqui e no agora.

Outro fator fundamental para uma correta decisão é o estado emocional. Jamais se deve tomar uma definição para um passo importante na vida com a emoção alterada. Para mais ou para menos, não importa. A chance de se cometer erros é enorme. Não é por um acaso que precisamos de controle emocional. Não é por fator de sorte que as decisões mais acertadas são tomadas pela manhã. Quem é empresário sabe disso. Jamais decida, no final do expediente, uma tarefa estratégica. A chance de se cometer erros é enorme. Nossa mente pode estar contaminada pelos problemas do dia.

O Fervor religioso é outro inimigo de uma sábia decisão. Ele pode "embotar" a nossa capacidade de entendermos o que acontece ao nosso redor. As religiões segmentam a verdade. Só vale aquela que interessa para elas. Fugiu disso... é pecado. Não, não é. É sabedoria zelar pelo nosso Livre-Arbítrio.
A informação correta -e em tempo adequado-, permite uma sábia decisão, do contrário estamos correndo riscos desnecessários.

Assim, não há como tomarmos uma decisão adequada para as nossas vidas sem controle emocional, um tempo certo, uma informação correta e a ausência de fervor religioso.

É verdadeiro afirmar que, se não estamos satisfeitos com o nosso momento, é preciso analisar as decisões que tomamos até ontem. Se, todavia, queremos mudar a nossa caminhada, precisamos alterar nossos conceitos para assim brotarem novas e frutíferas DECISÕES.
Ninguém, no Universo, está autorizado a interferir em suas decisões sem que pague um preço por isso. A lei soberana do LIVRE-ARBÍTRIO exige que cada ser humano seja respeitado em sua individualidade e que ele seja sempre o dono do seu caminho. Por isso, é verdadeiro dizer que ninguém é metade de ninguém. Somos inteiros e como tais precisamos ser respeitados.
Dias atrás uma pessoa me fez um pedindo para explicar mais sobre as razões de seu filho ser obeso. Obviamente, pedi socorro ao meu Mestre ND. Com a data de nascimento da mãe e do filho, foi possível saber-se que o filho obeso era sufocado pela mãe.
É verdadeiro afirmar, sim, que saber decidir nos permite ter uma vida saudável. O Sufoco tranca o quinto chakra e a famosa "glândula da felicidade" (tiróide) deixa de funcionar corretamente; o estrago no organismo é enorme. A mãe confirmou: Sim, eu sufoco meu filho.

Decidir é simplesmente a soma de DECIDO+IR... Eu sou o senhor de minhas atitudes. Eu preciso me permitir IR e, portanto, SER. Aceitar que os outros interfiram em minha vida me torna submisso , e sem amor-próprio.
Ninguém tem o direito de interferir na minha, na sua caminhada. Se isso acontece é porque eu ou você permitimos.


Saul Brandalise Jr.




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Fazendo valer a pena.. o fim e o início!



Eu não falava inglês, nem sabia a pronúncia certa, mas lembro que, quando criança, tínhamos a certeza, de que um filme havia terminado porque no final aparecia escrito: "THE END" - FIM! Após o fim do filme no cinema, a gente levanta a poltrona e vai embora. Estamos no fim de mais um ano. E como foi este ano? Tal como num filme, houve cenas emocionantes, algumas hilárias, outras de drama, encontros e desencontros, surpresas e muitos personagens diferentes entrando e saindo de cena. Porém, diferente de um filme, tudo foi real, quer as alegrias ou as dores, elas existiram. No filme, o elenco é sabiamente orientado por um diretor para que o filme aconteça a contento. E na vida, quem dirige? Quem dirigiu o roteiro da sua vida neste ano que passou? Você agiu dentro do script ou achou melhor fazer seus próprios improvisos, desviando-se do roteiro proposto pelo diretor? Filmes nos emocionam, nos fazem pensar, refletir e até mudar posturas. E o filme real que você protagonizou neste ano que termina? O que ele gerou em você? Quais suas reflexões acerca do que você viveu ao longo de 2008? Que posturas poderiam ter sido diferentes? Quais palavras, atitudes, decisões e sentimentos do coração não estiveram de acordo com as orientações sábias e seguras do diretor?Como eu dizia, quando o filme acaba, a gente levanta e vai embora. Todavia, quando o ano acaba, não há como simplesmente levantar e ir embora. Na verdade, assentamo-nos para vislumbrar o próximo. Quando um ano acaba, ele traz consigo um novo começo, uma nova fase, um novo capítulo de uma série que esperamos durar por muito tempo. Que ao realizar as últimas cenas deste filme real chamado 2008, você volte para o diretor e se lance totalmente à sua direção para o novo filme prestes a estrear: "2009, um novo começo". E que debaixo da direção do MESTRE, ele seja um sucesso absoluto!